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Tratamentos Vasculares · Instituto La Vena · Campinas

Laser Transdérmico com Escleroterapia: o padrão ouro no tratamento de vasinhos

Guia completo elaborado pela equipe médica do Instituto La Vena — baseado em evidências científicas atuais.

Revisado pela equipe médica Baseado em evidências Instituto La Vena · Campinas
95%
taxa de sucesso no tratamento
1–2h
duração média da sessão
2–5
sessões em média necessárias
Imediato
retorno às atividades normais

O Laser Transdérmico associado à Escleroterapia representa o padrão ouro atual no tratamento de microvarizes e telangiectasias. Duas técnicas minimamente invasivas que se complementam — realizadas em consultório, sem necessidade de anestesia geral ou internação — com resultados expressivos e retorno imediato às atividades.

01 — O que é

Como funcionam o Laser Transdérmico e a Escleroterapia?

O Laser Transdérmico de Superfície emite energia luminosa que atravessa a pele sem queimá-la e é absorvida seletivamente pela hemoglobina dos vasos. Isso provoca o aquecimento e a obliteração dos capilares e telangiectasias mais finas e superficiais, sem necessidade de agulhas nessas lesões. É o tratamento de eleição para vasinhos muito finos, lesões avermelhadas e telangiectasias de face.

A Escleroterapia consiste na injeção de solução esclerosante (glicose hipertônica ou polidocanol) diretamente nas microvarizes e veias reticulares, provocando sua obliteração progressiva. É especialmente eficaz para vasos de médio calibre — as chamadas veias reticulares azuladas — que frequentemente alimentam as telangiectasias superficiais.

A combinação que faz a diferença

O Laser Transdérmico e a Escleroterapia se complementam de forma precisa: o laser elimina os vasinhos mais finos e superficiais que a agulha não alcança; a escleroterapia oblitera as veias reticulares mais calibrosas que alimentam esses vasinhos. Usar apenas uma das técnicas deixa a "raiz" do problema sem tratamento — por isso a associação é o protocolo com maior taxa de sucesso, chegando a 95% de melhora.

02 — Indicações

Indicações do Laser Transdérmico e da Escleroterapia

Laser — Telangiectasias finíssimas

Vasinhos avermelhados ou violáceos muito finos, difíceis de puncionar com agulha. O laser é a técnica ideal — sem agulha, sem desconforto, com resultado preciso.

Laser — Lesões de face

Para telangiectasias de rosto, nariz e bochechas o laser transdérmico é o tratamento de escolha, com segurança e precisão para áreas sensíveis.

Escleroterapia — Microvarizes reticulares

Veias azuladas de 1–3mm que alimentam os vasinhos superficiais. A escleroterapia oblitera essas veias reticulares, eliminando a fonte que faz os vasinhos reaparecerem.

Escleroterapia — Varizes de médio calibre

Varizes entre 3–6mm respondem bem à escleroterapia com microespuma, guiada por ultrassom quando necessário.

Associação Laser + Escleroterapia

Protocolo de maior eficácia — indicado para a maioria dos casos de microvarizes e telangiectasias nos membros inferiores, com taxa de sucesso de até 95%.

Recorrências pós-tratamento

Vasinhos que retornam após cirurgia ou tratamento endovascular são bem manejados com a combinação laser + escleroterapia.

Contraindicações: gestação, amamentação, alergia ao esclerosante, trombose venosa profunda ativa e insuficiência arterial periférica são contraindicações ao procedimento. A avaliação médica prévia é indispensável.

03 — Como é o procedimento

Como é a sessão de tratamento?

A sessão é realizada em consultório, com duração de 1 a 2 horas dependendo da extensão das áreas a tratar. O protocolo habitualmente combina as duas técnicas na mesma sessão — o médico define a sequência ideal após avaliação com Ultrassom com Doppler e realidade aumentada.

O Laser Transdérmico é aplicado primeiro sobre as telangiectasias mais finas, com o aparelho posicionado diretamente sobre a pele. Não há agulhas nessa etapa. A sensação é de pequenas ferroadas rápidas, bem toleradas pela maioria das pacientes.

Em seguida, a Escleroterapia é realizada com agulhas finíssimas nas microvarizes reticulares identificadas no Doppler. A solução esclerosante promove a obliteração progressiva desses vasos ao longo das semanas seguintes.

Ao final, meia de compressão elástica é colocada. A paciente sai caminhando e retorna às atividades normais imediatamente. Os resultados são progressivos — os vasos tratados desaparecem gradualmente em 4 a 12 semanas.

FAQ — Perguntas Frequentes

Tudo sobre Laser Transdérmico com Escleroterapia

As veias tratadas são eliminadas permanentemente. No entanto, novas varizes podem surgir ao longo do tempo em outras áreas, pois a predisposição genética persiste. Manutenção periódica e medidas preventivas ajudam a controlar o surgimento de novos vasinhos.
As primeiras melhoras são visíveis em 4 a 6 semanas após cada sessão. O resultado final é avaliado cerca de 3 meses após a última sessão, quando a absorção das veias tratadas está completa.
A exposição solar intensa deve ser evitada nas áreas tratadas por pelo menos 4 semanas após cada sessão. O sol pode escurecer as veias em processo de absorção, causando hiperpigmentação (manchinhas) que podem ser persistentes.
São complementares, não concorrentes. A escleroterapia é mais eficaz para microvarizes e varizes de médio calibre; o laser de superfície é preferido para telangiectasias muito finas e lesões faciais. Muitos protocolos combinam as duas técnicas para resultado ideal.
Para vasinhos no rosto, o laser de superfície é geralmente preferido. A escleroterapia pode ser utilizada em casos selecionados, sempre com extremo cuidado devido à proximidade de estruturas nobres.
Em média, 2 a 5 sessões para resultado satisfatório, com intervalo de 4 a 6 semanas entre cada uma. Casos mais extensos ou com varizes de maior calibre podem necessitar de mais sessões.
Sim. O Instituto La Vena realiza Laser Transdérmico associado à Escleroterapia para microvarizes, varizes reticulares e varizes de médio calibre em Campinas, SP. Entre em contato pelo WhatsApp para agendar sua avaliação.
A sensação é geralmente descrita como pequenas "ferroadas" rápidas, comparáveis a um estalo de elástico na pele. A maioria das pacientes tolera bem sem necessidade de anestesia. Em áreas mais sensíveis, pode ser aplicada pomada anestésica tópica previamente.
São técnicas completamente diferentes. O laser transdérmico é aplicado externamente sobre a pele, atingindo vasinhos superficiais. O laser endovenoso é introduzido dentro da veia safena para fechá-la por dentro. O transdérmico trata microvarizes e telangiectasias; o endovenoso trata varizes calibrosas do tronco safeno.
A combinação é mais eficaz porque se complementam: o laser trata vasinhos muito finos e superficiais, enquanto a escleroterapia oblitera as microvarizes reticulares que os alimentam. Tratar apenas um componente deixa vasos "alimentadores" que fazem os vasinhos retornarem rapidamente.
A exposição solar intensa nas áreas tratadas deve ser evitada por pelo menos 4 semanas. O sol pode provocar hiperpigmentação sobre os vasos em absorção. Utilize protetor solar FPS 50+ nas áreas tratadas quando se expuser ao sol.
Os vasinhos tratados são eliminados permanentemente. No entanto, novos vasinhos podem surgir em outras áreas ao longo do tempo, pois a predisposição genética persiste. Sessões de manutenção periódicas (geralmente anuais) e mudança do estilo de vida ajudam a controlar o surgimento de novas lesões.
Não. O tratamento com laser transdérmico e escleroterapia não possui cobertura pelos planos de saúde, sendo considerado procedimento estético pelas operadoras. Os procedimentos são realizados de forma particular. Consulte o Instituto La Vena para informações sobre valores e formas de pagamento.
Em média, 3 a 6 sessões com intervalo de 4 a 6 semanas entre cada uma. O resultado é progressivo e se consolida ao longo dos meses após o término do protocolo. Casos mais extensos podem requerer sessões adicionais.
Próximo passo

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O Instituto La Vena realiza Laser Transdérmico associado à Escleroterapia, com avaliação vascular completa por Ultrassom Doppler em Campinas, SP.

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